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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

OREM

Voltei!!! De uma saga de experimentações intensas!!! De vivências inesquecíveis!!! De coisas das quais quero me esquecer e daquelas que jamais me esquecerei... Nesta nova fase da minha vida tenho feito tudo aquilo a que tenho me proposto. Tenho vivido intensamente e corajosamente todos os pequenos e grandes momentos da minha vida. É incrível que eu tenha esperado tanto tempo para me permitir tanto e deixar aflorar este meu lado inconsequente de ser. Confesso de que gosto muito dele, apesar deste me criar imensos dilemas na minha cabecinha complicada! Convivo com a euforia de quebrar minhas regras pessoais e com o peso na consciência por fazê-lo. Estou me criando novamente, me descobrindo, me permitindo ser, e experimentar. E a sensação que isso me traz é maravilhosa, e de dever cumprido! Acho eu, que todo ser humano deveria passar por uma experiência destas em algum momento de sua vida. É recompensador ver que somos nós os responsáveis por tudo o que acontece, e pelo tudo que somos nesta vida! É como se nos sentíssemos invencíveis, capazes de tudo, donos de nós mesmos. Nada nos limita, NADA MESMO! A não ser nós mesmos e as imposições a que subjugamos a nossa vida. Viver é isso! Experimentar, ousar, permitir-se. Este planeta para mim, é uma planeta de experiências. Estamos aqui para vivê-las, e muito bem! Por isso, se você não ousa, não se permite, tente uma vez fazê-lo. Não digo que será indolor, mas te digo que será extasiante vencer seus próprios limites, sempre sabendo que os seus limites acabam quando começam os limites do outro. A experiência OREM serviu para mostrar a mim mesma, que sou um ser humano imperfeito em busca da perfeição, mas não daquela de conto de fadas. Esta é monótona e sem criatividade. Eu quero aquela dos contos pagãos de magia, onde se busca vencer seus limites, vencer seus medos, permite-se errar, e que se cria a cada dia. Não quero a vida calma e impassível de uma rocha e sim a vida inconstante e passível da água, que vai de vapor a gelo sem alterar sua essência. Porque como eu já disse um dia: EU NÃO SOU ALGO, EU ESTOU ALGO! Assim como nada é fixo neste Universo, eu permaneço em constante movimento e mudança. E QUE ASSIM SEJA sempre, porque nada é mais triste do que limitar-se.

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